Alguma vez você já chegou de férias precisando de… férias? Eu sei que é muito tentador sucumbir ao velho pensamento de “já que estou lá mesmo” e fazer aqueles roteiros malucos em que se passa por dez cidades em uma semana e volta-se com uma coleção de cartões postais, mas não com a real sensação de ter vivenciado o lugar.
Na contra mão destas excursões malucas surgiu o movimento Slow Travel, que nada mais é do que se deixar ficar em um só lugar tempo suficiente para conhecer o dono do mercadinho da esquina, escolher sua cafeteria predileta, cumprimentar os vizinhos e visitar cidadezinhas ao redor. Tudo a seu tempo e criando uma maior conexão com as pessoas, os lugares e com a cultura local.

Foto: iStock_fillippoBacci
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Isso pode significar, por exemplo, passar uma semana inteira em alguma das cidadezinhas da Costa Amalfitana, na Itália, como Positano, e alugar uma scooter para andar por ali.

Foto: iStock_tanialerro
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Sem se preocupar em ir além dos 60 quilômetros desta costa que é uma das mais lindas do mundo.

Foto: iStock_EdwardDerule
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Ou então, ainda na Itália, eleger uma minúscula cidade medieval como San Quirico d’Orcia, entre Montalcino e Montepulciano, e ter todo o tempo do mundo para desfrutar os arredores, visitar vinícolas, tomar Brunellos de Montalcino e comer maravilhosamente em qualquer restaurantezinho familiar.

Foto: iStock_czekma13
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A França é outro país europeu com destinos perfeitos para desfrutar sem pressa. Que tal uma semaninha em algum ponto da Côte d’Azur, como a linda St. Jean Cap Ferrat?

Foto: iStock_Onnes
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Outra ideia mais econômica e tão tentadora quanto: olha esta prainha da ilhota croata de Vis, na Costa da Dalmácia. Imagine-se aí por uns dez dias, rodando pelas ilhas em pequenas embarcações. A Croácia é linda e bem acessível.

Foto: iStock_xbrchx
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Slow Travel, no entanto, não significa necessariamente ficar parado no mesmo lugar. Pode ser também viajar entre lugares de uma forma mais relaxada e integrada com a cultura local. De bicicleta, por exemplo. Alguns lugares perfeitos para isso: Provence, Vale do Loire ou Bordeaux, na França; Sicília ou Toscana, na Itália; Holanda; e Mendoza, na Argentina.

Foto: iStock_gpointstudio
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Também pode significar um cruzeiro fluvial em algum lugar exótico, como o Rio Mekong, que atravessa o Laos, Camboja, Vietnã, Tailândia e Mianmar.

Foto: iStock_Marcus Lindstrom
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Ou, ainda, um cruzeiro na Patagônia, daqueles que levam a bordo biólogos que dão verdadeiras aulas sobre a fauna local, historiadores que ensinam sobre a população nativa e geólogos que lhe fazem voltar com um quase diploma em glaciares.

Foto: iStock_AustralisPhotography
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Uma road trip também pode se encaixar na filosofia Slow Travel. Que tal, por exemplo, alugar um motor home como os da Cruise America e rodar pelo Canadá ou Estados Unidos?

Foto: iStock_Onfokus
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Deu para sacar que Slow Travel não se limita a destinos, meios de transporte e nem mesmo à duração de uma viagem. É muito mais uma atitude de se conectar ao lugar e ao povo do lugar que estamos visitando. Mas, invariavelmente, inclui ter tempo para se abastecer de delicias locais no mercado e escolher aquele lugar perfeito para um piquenique.

Foto: iStock_FillippoBacci

Créditos: To Go Blogs