Hair Robot da plataforma Fotona visa estimular o crescimento capilar de forma não invasiva em casos de alopecia androgenética, eflúvio telógeno e queda senil

Uma alternativa para combater queda capilar causada por condição hereditária (alopecia androgenética), desprendimento de cabelo (eflúvio telógeno) e queda senil (por conta do envelhecimento) é o Hair Robot: protocolo robótico da plataforma Fotona para estimular o crescimento capilar de alopecias não cicatriciais como as citadas acima.

Diferentemente das demais tecnologias disponíveis no mercado, o Hair Robot – como o próprio nome sugere – atua de forma totalmente robotizada para tratar queda de cabelo em que o folículo capilar ainda está vivo. Por sua vez, o médico fica responsável pela avaliação, indicação do número de sessões, seleção dos parâmetros no equipamento e sugestão de tratamento bioquímico, como a suplementação de vitaminas em deficiência, quando necessária. “O tratamento só não é eficaz para alopecias cicatriciais, que são as quedas de cabelo em que o folículo já morreu, como em uma alopecia fibrosante frontal ou a alopecia relacionada ao Lúpus. Já alopecias de caráter genético, alopecias por queda ou alopecias por deficiência de alguma vitamina apresentam bons resultados com a plataforma”, explica Dr. Alberto Cordeiro, dermatologista especialista em tricologia (SP).

Realizado em duas etapas, a primeira fase do tratamento utiliza o laser Erbium Yag com o objetivo de reestruturar o colágeno do couro cabeludo, promovendo também um rejuvenescimento da área. Já a segunda fase faz uso do laser Nd:Yag, com disparos que aumentam a vascularização local. “Com maior circulação sanguínea e oxigenação das áreas tratadas, mais vitaminas e mais hormônios chegam ao couro cabeludo e ao bulbo capilar (raiz do fio), resultando em um crescimento da fibra capilar de forma mais eficiente”, destaca o especialista.

Por ser um procedimento indolor não requer a aplicação de anestesia tópica, uma vez que o paciente sente apenas um leve aquecimento no local aplicado. A quantidade de sessões varia de acordo com cada caso, mas, em média, são indicadas 10 sessões com intervalos de 15 dias entre as realizações para um repilação de até 30%. “Ou seja, aqueles folículos que estão ali em stand by ou que não estão formando fibra capilar, mas o bulbo existe no couro cabeludo, é possível um bom resultado. De 10 que estão inativos, três voltam a produzir fibra capilar”, conta o expert. Segundo ele, é necessário realizar a manutenção do tratamento a cada três meses para preservar a fibra em plena em atividade.

Em alguns casos, é preciso combinar tratamento medicamentoso e/ou suplementação vitamínica junto ao Hair Robot. “Se o paciente tem queda associada a um quadro de hipotireoidismo, ele vai precisar conjugar o tratamento a laser com terapia hormonal. O mesmo vale para quem tem deficiência de ferro e precisa investir na reposição do nutriente via oral em conjunto”, salienta o médico que acrescenta a necessidade de manter hábitos saudáveis para um resultado ainda mais duradouro, como ter o sono adequado, a alimentação equilibrada, exercitar-se, fatores que se referem à qualidade de vida e que também interferem na manutenção do tratamento.

Fonte: Divulgação