Alternativa ajuda no tratamento médico de forma lúdica e sem traumas

Jujubas, gomas, balas, barras de chocolate e pirulitos agora também podem ser medicamentos. A manipulação de fórmulas em formatos diferenciados e com sabores agradáveis tem por objetivo facilitar a administração da medicação, tornando mais prático o tratamento das crianças – que muitas vezes resistem a aceitar o remédio – e das pessoas que têm dificuldades em engolir cápsulas ou comprimidos.

Para se ter uma ideia, na Farmacotécnica – há mais de 40 anos uma referência em manipulação de fármacos na capital federal -, a procura por esse tipo de recurso terapêutico diferenciado, vem crescendo. “O lúdico ajuda as crianças a aderirem melhor ao tratamento. Isso faz com que o resultado esperado pelos médicos na melhora do paciente seja mais eficaz já que os pais conseguem administrar a quantidade correta do medicamento e de maneira mais fácil e sem traumas”, explica a farmacêutica Aiessa Balest.

A produção de guloseimas com base medicamentosa pode ser manipulada para diferentes patologias e tratamentos. “Há procura para receitas de antibióticos, antifúngicos, ativos fitoterápicos, antiinflamatórios, vitaminas, minerais e até mesmo no controle da ansiedade e sono. Tudo depende da necessidade do paciente. No entanto, a produção só é possível quando o médico ou o nutricionista especifica na receita”, diz Aiessa, A farmacêutica orienta que o pedido para essa alternativa deve ser feito pelo paciente durante a consulta médica.

Não só o formato é atraente, mas também os sabores são muito agradáveis. Os produtos não contêm açúcar e trazem, além da conveniência do tratamento, o prazer da guloseima, de uma forma saudável.  “Mas é importante salientar que apesar de parecer um doce, é um medicamento e por isso deve ser oferecida a criança conforme a prescrição médica para que não haja problemas”, alerta a farmacêutica.

Além das crianças, os idosos também se beneficiam com essas fórmulas diferenciadas e a procura também tem sido bastante significativa para este segmento. “O público-alvo é formado por crianças, que costumam ter mais dificuldade para engolir cápsulas e lidar com o gosto amargo, mas a alternativa é válida para pessoas idosas e/ou com problemas de deglutição devido à mesma dificuldade engolir ou mesmo para quando eles tomam vários remédios. A opção também é bastante eficaz para aquelas pessoas com dietas de restrição de açúcar e que precisam ingerir vitaminas e minerais e que não querem perder o hábito de comer doces ao longo do dia”, reforça Aiessa Balest.

Fonte: Divulgação